Radioterapia

A radioterapia utiliza radiação ionizante para destruir um tumor, diminuir seu tamanho ou evitar seu reaparecimento após uma cirurgia ou quimioterapia.

A radioterapia utiliza radiação ionizante para acabar com tumores
A radioterapia utiliza radiação ionizante para acabar com tumores
Por Vanessa Sardinha dos Santos
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A radioterapia é uma técnica usada no tratamento de câncer que possui como principais objetivos destruir um tumor, impedir o aumento de suas células e evitar seu reaparecimento através do uso de radiação ionizante. Essa técnica pode ser feita de forma isolada ou então usada em conjunto com outras, tais como a quimioterapia e cirurgias.

A radioterapia não causa dor ao paciente durante a aplicação, e cada seção dura apenas alguns minutos. Normalmente o paciente pode ir embora sem auxilio de outra pessoa. O número de aplicações varia de paciente para paciente, uma vez que se relaciona com o tamanho e o local do tumor, além, é claro, da saúde da pessoa que está em tratamento.

Existem duas formas de radioterapia, aquela em que o paciente não tem contato com o aparelho e aquela em que há o contato. Quando os aparelhos estão longe do paciente, dizemos que está sendo realizada uma radioterapia externa ou teleterapia. A radioterapia em que os aparelhos ficam em contato com o doente é chamada de radioterapia de contato ou braquiterapia. Esse tipo de técnica é muito usado em tratamento de tumores na cabeça, pescoço, mama e próstata.

A radioterapia pode ser classificada ainda de acordo com sua ação em um paciente, ou seja, de acordo com o resultado que se pretende obter. A radioterapia é chamada de radical ou curativa quando o principal objetivo é curar o paciente completamente. É chamada de remissiva quando se deseja apenas reduzir o tamanho do tumor. Recebe o nome de profilática quando existe uma suspeita da existência de células neoplásicas, funcionando, portanto, como uma técnica preventiva. A radioterapia paliativa é usada apenas para reduzir alguns sintomas. Por fim, há a ablativa, que é usada para suprimir a função de um órgão.

A radioterapia, assim como a quimioterapia, pode gerar efeitos colaterais e sua intensidade varia de acordo com a dose, tipo de radiação e a área tratada. Dentre os principais efeitos colaterais conhecidos, destacam-se o cansaço, perda de apetite, vômito, diarreia, dificuldade para alimentar-se e reações na pele, tais como irritação, coceira, queimaduras e vermelhidão. Diante desses efeitos colaterais, recomenda-se que o paciente descanse enquanto estiver em tratamento, possua uma dieta balanceada, use roupas largas, evitando atrito na área tratada, proteja a pele contra raios solares, lave a área tratada sempre com sabão e água morna, não fume, não beba, entre outras recomendações.

É importante destacar que a radiação está no corpo do paciente apenas no momento da aplicação, quando a metodologia empregada é a radioterapia externa. Sendo assim, o paciente pode levar sua vida normalmente, uma vez que não está colocando outras pessoas em risco. Quando a radioterapia é de contato, o médico dá as instruções necessárias. Além disso, o paciente deve ter em mente também que a radiação pode ser prejudicial ao bebê, portanto, durante o tratamento, a mulher não deve engravidar.

A chance de cura com a radioterapia é alta, a depender do câncer em questão. Além disso, a qualidade de vida de um paciente melhora significativamente com o tratamento, uma vez que reduz os tumores e alguns sintomas desagradáveis da doença.


Por Vanessa Sardinha dos Santos
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