Bolsas de estudo

As bolsas de estudo ajudam universitários a se formar
As bolsas de estudo ajudam universitários a se formar
Por Marla Rodrigues
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Ser aprovado em uma universidade já é difícil, mas se manter lá dentro é ainda mais difícil, considerando a situação econômica da maioria dos brasileiros. Pagar mensalidades caras de faculdades particulares é um desafio, mas comprar livros, pagar transporte e alimentação para estudar em uma universidade pública também é complicado. Se você se encaixa em um destes perfis, deve ler este artigo e tentar encontrar uma solução para o seu problema. Aqui é possível entender um pouco mais sobre os financiamentos e as bolsas estudantis.

Fies – o Financiamento Estudantil, concedido pelo Ministério da Educação, mudou suas regras e é uma boa opção para quem não tem condições, no momento, de pagar as mensalidades de uma universidade particular. O estudante só começa a pagar o empréstimo seis meses após concluir o curso. O prazo para quitar a dívida é de até duas vezes o tempo de conclusão da graduação, por exemplo, se o curso tem quatro anos, o prazo de pagamento é de oito anos. Os empréstimos são concedidos com juros de 3,5% para interessados em cursos de licenciatura e de 6,5% para os demais.

Empréstimo concedido por universidades – muitas instituições têm seus próprios meios de manter seus alunos em seus cursos e um deles é o financiamento. As regras são específicas de cada universidade, mas os financiamentos são concedidos para alunos com melhor desempenho e podem abranger de 20% a 100% do valor do curso.

ProUni – o Programa Universidade para Todos é uma ação do governo para aumentar o acesso ao ensino superior. Oriundos do ensino público, da escola particular desde que com bolsa, deficientes físicos e professores da rede pública de ensino básico podem concorrer a uma das bolsas oferecidas pelo programa. Nos dois primeiros casos é preciso ter renda per capita familiar de até um salário mínimo e meio para concessão de bolsa integral, ou de até 3 salários mínimos para concessão de bolsa parcial. Em todos os casos é preciso fazer a prova do Enem e a nota obtida tem caráter de seleção para acesso às bolsas.

Filantropia – Muitas universidades disponibilizam bolsas de estudos para seus alunos. Neste caso, contam pontos a nota obtida no vestibular, o desempenho do aluno dentro da faculdade e a dificuldade financeira em se manter estudando. Algumas organizações não-governamentais também mantêm um fluxo de concessão de bolsas e podem adotar os critérios que lhes convier.

Bolsa-empresa – algumas empresas conseguem enxergar que investir na formação de seu funcionário é investir em seu próprio negócio. Você pode consultar a seção de Recursos Humanos e verificar se a empresa oferece este tipo de benefício aos seus funcionários ou você mesmo pode sugerir isso aos seus superiores.

Bolsas internacionais – esse tipo de isenção é normalmente voltado para estudantes que já estão na universidade há pelo menos um ano e tem como objetivo fomentar pesquisas e promover a interculturalidade. Um dos benefícios nacionais é o PIBIC, que ajuda no desenvolvimento de pesquisas de alunos e professores de instituições renomadas no Brasil. Como benefícios internacionais temos a UNESCO, o Erasmus e a Fundação Ford. Todos eles oferecem bolsas integrais ou parciais para que alunos brasileiros possam estudar em instituições mundo afora. É bem verdade que conseguir essas bolsas exige muita dedicação, mas para estudar em universidades renomadas vale o sacrifício.

Apesar de não serem muito divulgadas, as formas de se conseguir bolsas são várias e o ideal é que o estudante procure aquela que se encaixa em seu perfil e em seus objetivos. Outra dica? Procure no Google palavras que se aproximem do seu ideal, por exemplo, quer uma bolsa para estudar na Alemanha? Então digite na caixa as palavras bolsa de estudo, Alemanha, universidade.


Por Marla Rodrigues
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