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PIB do Brasil

O PIB do Brasil cresceu 2,3% em 2013, acompanhando a tendência de baixo crescimento internacional.

Por: Rodolfo F. Alves Pena O PIB do Brasil apresentou um crescimento em 2013 relativamente positivo

O PIB do Brasil apresentou um crescimento em 2013 relativamente positivo

O PIB – Produto Interno Bruto – do Brasil, no ano de 2013, alcançou os R$4,84 trilhões de reais, o equivalente a aproximadamente US$ 2,06 trilhões de dólares, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. Com isso, houve um crescimento de 2,3%, sinalizando uma recuperação da economia nacional. Em 2012, o país havia crescido somente 1%.

O principal setor que puxou o crescimento da economia nacional foi o agropecuário, que cresceu 7%, muito favorecido pela melhoria nas condições climáticas que representaram uma safra recorde de grãos em 2013. O setor de serviços cresceu 2% e a indústria, 1,3%.

No entanto, apesar do crescimento, a agropecuária representa apenas 5,7% do total do PIB nacional, liderado pela prestação de serviços, que corresponde a quase 70% da soma de todas as riquezas produzidas no país, seguida pelo setor secundário, que apresenta uma participação de 24,9%. Apesar dessa considerável diferença, tal configuração é uma tendência mundial em que, à medida que os países desenvolvem-se, mais suas economias e geração de empregos centram-se no setor terciário, processo conhecido como terciarização.

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Apesar de o crescimento do Brasil no ano de 2013 ter sido considerado baixo, ele é o terceiro maior entre os treze países mais ricos do mundo, ficando atrás somente da China e da Coreia do Sul. Isso significa que a economia mundial, nesse ano, teve um período de baixo crescimento: os EUA ficaram com apenas 1,9%, e os países da Zona do Euro apresentaram uma queda de 0,4%.

Quando a questão é a distribuição do PIB no território nacional, encontramos uma disparidade evidente. Oito estados brasileiros concentram mais de 78% do PIB do Brasil. A maioria desses estados está na região Sudeste, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Tal configuração é fruto das relações históricas que marcaram a economia nacional, em que os processos de industrialização e terciarização ocorreram primeiro nessas regiões.