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A relação entre as preposições e a regência verbal

Por: Vânia Maria do Nascimento Duarte Torna-se de fundamental importância a relação que há entre as preposições e a regência verbal

Torna-se de fundamental importância a relação que há entre as preposições e a regência verbal

Mediante pressupostos e mais pressupostos, ora abordados nos vários encontros que tivemos, a fala parece uníssona: a regência verbal caracteriza-se pela relação que se estabelece entre os verbos e seus respectivos complementos, sendo que esses complementos podem ou não vir acompanhados do uso da preposição.

Tal conceito, mesmo que aparentemente interiorizado, suscita algumas dúvidas quando o assunto diz respeito à preposição, cuja presença comprova mais uma vez que os fatos linguísticos se encontram entrelaçados entre si, ou seja, para que possamos entender acerca de um dado novo, temos que antes relembrar os conceitos anteriormente aprendidos. Nesse sentido, caso alguma dúvidas persistam, acesse o texto “Preposição”. 

Assim, diante dessas elucidações, torna-se facilmente compreensível o fato de o título se justificar como tal, ou seja, o artigo em questão aborda acerca da relação existente entre as preposições e a regência verbal. Sim, justamente porque elas estão presentes e, necessariamente, temos de estar cientes disso. Dessa forma, com base nessa premissa, chequemos acerca de alguns casos que registram esse entrelaçar:

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Esse é o amigo que confio;

Estas são as palavras que precisava;

Aquele foi o assunto que me referi durante a aula passada.

Ora, tais enunciados, tendo em vista a transitividade dos verbos em evidência, constata-se que todos eles se caracterizam com transitivos indiretos, razão pela qual exigem a presença da preposição. Assim, os casos que nos subsidiaram, uma vez retificados, assim se demarcam:

Esse é o amigo EM que confio;

Estas são as palavras DE que precisava;

Aquele foi o assunto A que me referi durante a aula passada.