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Relato Pessoal

Por: Vânia Maria do Nascimento Duarte Como gênero textual, o relato pessoal se constitui de marcas discursivas específicas.

Como gênero textual, o relato pessoal se constitui de marcas discursivas específicas.

Muitas vezes sentimos necessidade de compartilhar experiências vividas com pessoas pertencentes ao nosso convívio diário. Isso prova que nos colocando na condição de seres eminentemente sociais temos sempre o “outro” como ponto de partida para expressar nossas ideias, opiniões, fatos ocorridos, enfim. Partindo de tal perspectiva, sobretudo no que diz respeito à interlocução, bem como à finalidade expressa por tal circunstância comunicativa, inferimos se tratar de mais um caso relacionado aos gêneros textuais, que apresentam marcas discursivas que lhes são peculiares, representando o foco de nossa importante discussão.

Quanto à linguagem, cabe ressaltar que, como o próprio nome já indica, se é pessoal, obviamente que se manifesta pelo uso da primeira pessoa do singular. A depender do nível de convivência entre os interlocutores, a linguagem pode variar, indo desde um nível mais formal até o informal.

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Outra marca se assemelha àquela manifestada em textos narrativos, cujos elementos se constituem da presença do narrador, personagens, tempo, espaço, dentre outros. Esse revelar de experiências pode servir de auxílio a outras pessoas, como é o caso de pessoas famosas, podendo ser gravado áudio ou vídeo e, posteriormente, ser transcrito e publicado por inúmeros meios de comunicação (jornais, revistas, livros, sites, dentre outros), passando a se caracterizar como um documento histórico de notável importância.

Vale mencionar que não somente pela linguagem escrita se dá tal modalidade, haja vista que o relato pessoal pode ser também transmitido pela modalidade oral. É o que ocorre em seminários, palestras e conferências de uma forma geral.